sexta-feira, 30 de abril de 2010

De noitinha!

Hoje à noite mais cedo, milagrosamente, eu me encontrava sentado na varanda de minha casa. E estava observando o céu. Sempre gostei das estrelas, sempre gostei de suas disposições sobre a tenda escurecida e sempre achei interessante o brilho que delas saem (saem??). E sentei pensando e pensando eu fiquei. E esses momentos são tão bons em nossas vidas, quando nos retiramos do 'agora' e vamos para outra dimensão. Onde esquecemos de tudo e de todos: das vizinhas fofoqueiras, dos amigos mal-amados, do chefe carrancudo, da nota baixa na prova, dos livros que o irmão mais novo rasgou. Esquecemos, literalmente, de tudo o que nos rodeia. E eu fico muito feliz com isso.
Eu costumo pensar muito quando estou fazendo caminhada. Nossa. Penso muito. Mas quando estou pensando nesse sentindo, eu não me sinto frizado dos sentimentos alheios. Eu estou presente ainda, eu estou com os pés no chão. Mas quando estou sozinho meu pés saem do plano. Quando eu fecho os olhos (mentalmente) eu me vejo numa superficie que me faz querer ser muito mais além do que já sou. Êxtase.
Aí sabe que de repente apareceu uma amiga(não convém dizer quem né?). E a primeira coisa que ela fez - e eu estava torcendo para que ela não fizesse - foi pegar uma cadeira e sentar do meu lado. Droga! Aí eu me liguei. Me acordei. Pousei.
Ouvi o bodejado das vizinhas fofoqueiras, ouvi as risadas das meninas que estão na fase da puberdade, ouvi o ronco das "mobiletes" dos carinhas que passam se enxerindo paras as meninas citadas, ouvi minha mãe brigando com meu irmão, mandando-o sair do meu quarto, ouvi meu celular tocar. E eu queria deixar isso de lado. Passo a semana toda numa correria tão grande. Trabalho, casa, aula,casa, trabalho, casa,aula,trabalho, aula,casa..... e o descanço fica pequenissimo no fim do dia. E as vezes ainda me coloco em frente ao computador. Porque aqui também me sinto mais distante deles. Me tranco, sou algo virtual, e que simplesmente pode escrever o que vier na telha.
Daí, que essa minha amiga começou a conversar comigo: - Ai hoje no trabalho foi tão cansativo. Teve a festa da fulana de tal, mas a sicrana disse que não ia porque terminou com o namorado, blá blá blá Whykas sachê... Eram palavras totalmente mal colocadas e que pra mim no momento não faziam o minimo sentido. Mas ela é esperta e ela viu que estava falando demais, e com retorno muito pequeno (balançando de cabeça positivamente):
- Tudo bem? Tá melhor da gripe?
- Ahãm, apenas uma congestão, mas tô bem.
- Tava pensando em quê?
- No céu. Na disposição deles.
- A lua tá linda né?
(eu não tinha notado a lua. Eu me prendi no brilho menor, nem tive tempo de contemplar a luz mais brilhante)
Aí olha o que pensei: As vezes, EU - Robério Marques -, penso tanto no sol, na sua forma, na sua disposição, na sua declinação, so seu intenso brilho, na sua extrema força, e a sua autissima temperatura também. Fiz um blog entitulado Palavras do Sol, tudo porque eu gosto dele. Mas hoje eu pensei na lua. Olha só: Brilhante, bonita, apaziguante, apaixonada, enamorada, controlada. A lua é totalmente o oposto do sol. À ela, eu posso comtemplar, posso ver sua posição, posso ver suas formas, posso sentir o seu calor mesmo não sentindo queimar a pele. então eu fiquei me perguntando ( e deixando a minha amiga de lado novamente) o porquê de ter escolhido o sol para ser o meu ator-coadjovante. E pensam que eu achei a resposta? Eu nem me esforcei!
Eu gosto dele, gosto da cor dele: Laranja intenso (no meu pensar). Aí eu lembrei uma vez lendo num blog de uma conhecida que nós, pessoas dos meios, escolhemos aquilo que parece ser de mais dificil acesso para comtemplar, para nos fazer feliz, para nos realizar. E é verdade, não acham?...
Aí meus pés planaram novamente e eu comecei a conversar com ela: como um rapaz normal! Combinamos diversas coisas, como a festa surpresa de um amigo no domingo (espero que ele não leia este post), como o que nós vamos preparar amanhã para o almoço (Feriado né? Eu, ela e minha mãe vamos fazer um "almoço especial" rsrs), e podemos conversar sobre as coisas que nos rodeam. Por um momento, um insignificante momento, me senti as vizinhas fofoqueiras falando da vida alheia. É interessante, mas não tão aguçador.
No fim de tudo, eu me levantei, tomei um remédio para gripe (acabou comigo essa semana) e vim pra cá. Desta vez, me exclui do mundo lá fora. Aqui é apenas eu e o quadrado com um Sistema Operacional na minha frente e por trás da porta, um mundo inteiro, uma vida toda, uma história totalmente incabada para eu decrifrar. Mas hoje não, agora eu quero ficar aqui, amanhã pensarei por onde irei começar


(A janelase encontra aberta, agora ponha-se nas pontas dos pés, dê um impulso de leve e comece a voar. Calma! Não faz isso em pé! Pode ser perigoso. Você pode fechar os olhos e imaginar, apenas imaginar)




,,amanhã, dia do trabalhador! Hahaha! Viva nós!'
inté mais...'


quarta-feira, 28 de abril de 2010

A corrente do bem!

Os sonhos realmente foram feito para serem sonhados. Um pensamento só vira real quando se é pensado. O mundo de fato só mudaria, de fato, se nós quisessimos que ele mudasse.
Hoje assisti "novamente" o filme A corrente do bem, mas em nenhuma das vezes me emocionei tanto quanto hoje. Lágrimas começaram a cair de meus olhos olhos sem cessar. E eu sabia que não eram lágrimas falsas, não eram lágrimas apenas pela trilha sonora que estava tocando na parte mais emocionante do filme. As minhas lágrimas era de me imaginar fazendo o que aquele jovem garoto "Trevor" tentou fazer - mudar a forma que as pessoas levam o mundo.
Para ser sensato, minhas lágrimas eram de tristeza, porque eu sei que no fundo de meus pensamentos, por inconstante momentos que tive, em nenhuma hipotese, eu poderia imaginar como seria um outro mundo, senão este que vivo.
As minhas lágrimas caiam sobre minha camisa por saber que milhões, bilhões de pessoas, assim como eu, se emocionaram da mesma forma como eu me emocionei, e ficaram se perguntando se teria dado certo, como deu para o jovem garoto- em partes- tentar mudar o mundo. Meio utópico não acham? rsrs
Ele pensou, assim como todos nós pensamos, mas ele fez algo muito diferente do que nós fazemos: ele colocou o que ele pensou em prática. Inocentemente, puritanicamente, talvez, mas assim ele o fez. A sua atitude me fez sentir-me menos evoluido. Mas me fez extasiar-me, ao saber que me emocionei com os rumos que as coisas levam.
Para alguns que lêem o post, podem pensar que é meio maluco o que eu estou dizendo, e pode até ser que seja meio maluco. Mas como havia dito há três meses atrás quando decidi 'reativar' o Palavras do Sol: - Aqui, postarei os sentimentos que me faça uma pessoa mais humana. Me elevei hoje, e isso me motivou em escrever aqui.
Minha cabeça no momento está como num relógio, vem um segundo, logo está no segundo segundo e sem prestar atenção o terceiro já se foi. Quando se dá conta o ciclo é fechado e o primeiro já está de preparando para dar tchau e e segundo dando espaço para o terceiro. O que é bom, os pensamentos fluem, mas se perdem no curtissimo tempo que tenho para expô-lo.
E os guardo, para uma proxima oportunidade de expô-los!.
Pensei em um outro texto, mas fica para uma outra hora, um outro momento. Por ora, essas abobrinhas mal cozidas bastam.
Abraços infindáveis, aos meus antigos, aos meus presentes, e ao meus novos amigos imaginários! Que a colheita de pensamentos, assim como é para mim, seja frutíferas para vós!

(A luz du tunel uma hora vai aparecer, vai se acender, mas para que a mesma aconteça, nós temos que continuar a caminhar, sem parar, e sempre de olhos abertos, para percebermos onde essa luz se encontra, para que aí possamos ligá-la. Uma luz nunca é acessa, quando nós não acendemos a mesma. Fica a deixa)


... bis gleich!

segunda-feira, 26 de abril de 2010

.-*-


(Saibamos nós comtemplar as lagartas em nossas vidas, não pelo o que ela possam representar, mas pelo o que elas demonstram ser. Porque, mesmo as borboletas sendo a rainha do baile, a graciosa, a esplendida, um dia ela foi a lagarta e aprendeu a viver como lagarta e só após de aprender uma parte de sua vida, pôde evoluir para uma nova vida. uma vida mais bela, mais alegre, sempre aprendendo sobre si mesma e consigo mesma. Não façamos nós seres arrependidos quando a lagarta for embora e só então percebamos quão preciosa ela era para nós. Não esperemos as borboletas, telefonar-lhe-emos para as lagartas! Me orgulho eu de ser uma lagarta. Um dia ainda ei de erguer meu voou)


Inté mais... R.Marques

sexta-feira, 23 de abril de 2010

A Caixa dos plug’s.

Ele tinha chegado em casa após um longo dia de atividade - não tão diferente dos outros dias, passara o dia todo fora, no trabalho e após o trabalho à faculdade. Chegava em casa exausto, e diferente de muitos, não pensava em ir para cama.
Entrou, cumprimentou os pais e foi para o seu sagrado banho. Conversou um pouco com os pais sobre os problemas do trabalho e disse que possivelmente teria que fazer uma breve viagem, de no máximo três dias.
Após o termino da noticia, foi para o computador. Mesmo passando o dia todo utilizando a ferramenta no trabalho e realizando atividades na faculdade, nunca era demais dar uma mexida no seu próprio computador e navegar um pouco na internet.
Inicializou normalmente. O normalmente dele era uns 10 minutos. Afinal de contas, era um computador meio velho. Então o Sistema Operacional já estava um pouco “enferrujado”. Clicou no navegador que havia baixado, porque odiava o que o povo padronizava. Tinha a raposa vermelha. Era bem prático e muito seguro. Definitivamente, achara ele, ser o navegador melhor. Dava de dez a zero nos outros.
O problema é que a página inicial não inicializava. E isso não era normal. E para seu desânimo apareceu que havia ocorrido um erro na conexão.
- Como assim? Indagou a si mesmo.
Apertou a tecla de comando F5 para atualizar a página e ver se a conexão havia voltado. Mas nada, além da mensagem tão irritante no meio da tela, afirmando mais uma vez que a conexão havia falhado. Isso não era normal e ele meio que começou a ficar intrigado com a situação. Mas ele saberia domar o assunto. Voltou-se ao modem e verificou se o led do DSL estava aceso. Não estava.
- Ahãm, eis o problema! Mais uma vez indagou a si mesmo.
Desligou o modem e aguardou os dez segundos que dizem ser necessário para o mesmo iniciar normalmente. Esperou quase um minuto. Power. Nada de DSL aceso. Fez o procedimento umas tantas outras vez.
- O que tá acontecendo? Será que algum resistor queimou?
Ele estava apreensivo. Não podia ficar uma noite sem ter acesso ao seu mundo virtual, aos sites de relacionamentos, a tudo que tinha acesso na web. Ele tentou vários métodos para tentar funcionar, mas nada resolvia o seu problema. Vai ver é problema do provedor, pensou ele.
Mas ele não poderia passar a noite sem ter acesso ao HTML, ao portal 80, às URL’s. Ele tinha que achar o defeito. Mas já se ia quase uma hora de tentativa. Hora essa ser a de costume acesso. Já eram quase zero hora do outro dia e ele tinha que dormir. Dormir sem acessar? Acho que ele já estava aceitando o fato.
Olhou novamente o modem, desligou e ligou. Nada de DSL. O modem levou uma pancada. E ele apertou o botão desligar do teclado. Com raiva, desligou o estabilizador e foi para a cama. Ligou a TV e contentou-se, por pouco em assistir a ultima parte do filme que estava passando.
Dormiu. E sentiu nos olhos a claridão. Era dia e ele tinha que iniciar novamente a sua rotina. Mas o problema com a sua internet não saia de sua cabeça. Tinha que ligar para a central de atendimento. Ele odiava ligar. Passava uma eternidade para ser atendido e nem sempre o problema era resolvido.
Foi para cozinha, sua mãe estava lhe preparando o café matinal e ele comentou o que havia ocorrido na noite passada e que teria que ligar para a central. A sua mãe fitou-o e perguntou se ele havia conferido a caixa do plug na parede. Onde tinham a fiação do telefone e do modem.
- Ontem a noite seu pai estava com dor de cabeça e eu retirei os plug’s para o telefone não tocar.
Nossa, ele ficou boquiaberto. Uma coisa tão simples que era desplugar no próprio telefone. Mas pra que tirar todos os plug’s da caixa? Como não verifiquei a caixa dos plug’s? Um problema tão simples de se resolver.
O dia passou-se e ele passou-o a se perguntar como não havia pensado em verificar a caixa dos plug’s. Chegou em casa, como de costume cumprimentou os pais, tomou banho, jantou e foi para o computador. E desta vez verificou antes a caixa dos plug’s. Acessou a internet durante uma hora e foi dormir. Pronto para o próximo dia.


inté maiis.



terça-feira, 20 de abril de 2010

Ela merece a postagem!

Na pavimentada!

Ela saiu de casa bem cedo, com o seu guarda-chuva. A chuva estava tão cruel que ela precisava mesmo dobrar as calças. Sua roupa era toda social, estava indo para o trabalho, e não era nada agradavel ter a chuva logo no inicio do dia.
Pegou o ônibus, como de costume, lotado. As pessoas, assim como ela, estavam molhadas da chuva e também estavam segurando os guarda-chuvas. A água de uma guarda-chuva escorria e estava pigando na sandália dela. Mas que diferença fazia? Ela estava molhada. O importante é que estava indo para o trabalho e com certeza iria chegar à tempo.
Bom, chegou atrasada, por sinal. Parece que em dia de chuva o transito fica horrivel. E nossa, ela ficou louca no 2° ônibus. Porque ela viu que iria chegar atrasada e ela sabia também que não poderia chegar atrasado. Ela sabia de muitas coisas, por isso o trabalho se tornou-se tolerável com ela.
Mas o chefe ralhou-lhe e pediu para que ela tivesse mais pontualidade: - Como se eu não tivesse. Eu tenho culpa do trânsito ser uma porcaria! Sentou-se, emburrada, molhada e atrasada. Ela nem havia começado o seu dia direito e já tinha motivos de sobra para encerrá-lo.
A manhã foi modorrenta e só veio melhorar as coisas após horário de descanso. Ah! Mas foi tão curtinho a melhora. O chefe entrou na sala, soltando mil e umas conclusões sobre a coitada. Dizia ele que ela era irreponsável, que ela não sabia distinguir o que era um fulano do sicrano e que agora ela teria que reparar o erro que havia cometido. Ela errou mesmo. Estava convicta disto e pô-se a desfazer o erro. A reparar, melhor dizendo. Foi complicado, frustrante e chateante. Todos os três ao mesmo tempo, e isso tomou-lhe as forças.
Pedia a Deus que viesse logo o cair da tarde, para poder ir para o único cantinho onde tinha tranquilidade, o único cantinho que podia descansar.
Mas o tempo estava contra ela e estava lhe deixando atordoada. De dez em dez "milésimos" ela voltava a vista para o relógio e descobria que o tempo estava mesmo brincando com ela e que hoje deu para ser malvado.
Mas soube vencer-lhe. Obvio: aguardou ele cansar de zuar com a cara dela e quando viu, já era hora de encerrar o terrivel expediente. Em que, mesmo sendo o dia todo numa mesa aborrotada de papeis sobre papeis, tirou-lhe todo o seu esforço mental. E isso abalava o fisico também.
Agora estava em pé, sobre a para de ônibus rezando a Deus uma Ave Maria para que houvesse uma cadeira para ela se sentar. E havia mesmo. Ela agradeceu e sentou-se com tanto prazer. Mas ela viu ao longe a velhinha. Tadinha, tão cansada. Não, ela não estava pensando na velhinha, estava pensando em si mesmo. Mas sabia o que havia de fazer. O caminho para casa era longe e agora ela estava em pé. Ao menos a velhinha pediu-lhes as coisas que estava sobre seus braços.
O ônibus estava na avenida principal, logo logo chegaria em sua casa e descansaria: era tudo o que ela mais queria. Mas ele parou, era o sinal talvez. O motorista desceu, e de repente ele pediu para que todos saíssem. Ela não acreditou que isso estava acontecendo com ela e acompanhando a multidão, desceu também.
O motor do ônibus teria dado algum defeito, segundo o proprio motorista e que eles deveriam aguardar um novo ônibus: - Minha Nossa Senhora, mas se esse tá lotado, imagina o que vai vir. Vai lotar mais ainda; era o que as pessoas estavam murmurando. E ela sentou no "parapeito" da estrada. Com as mãos entre os joelhos. Ficou lá, esperando o outro ônibus, com uma expressão de cansaço.
O rapaz estava na parte pavimentada da avenida, fazendo, como de costume, seu coupper e se deparou com a imagem daquela mulher. Com a fisionomia tão cansada, tão destruída. Sentada alí, com o ônibus no 'prego', aguardando outro ônibus lotado vir lhe pegar. Ele imaginou em quão arduo foi o seu dia e que agora, tudo o que lhe restava era sua cama limpa e seca. Mas olha só que injustiça, ela estava lá, cansada e esperando outro ônibus.
Ele viu aquela cena e pensou: - Eu acho que vou por isso no meu blog. E assim fez. Foi com aquela história desde o momento que viu aquela mulher, tão distante de todos. E ao chegar em casa, parou em frente ao seu computador e ao logar no blog, começou a imaginar como teria sido o dia dela. E na verdade, ele não pensou muito no final. Acho que o mais interessante estava no que havia deixado ela assim. E ele sabia que dias iguais aqueles viriam outras vezes e ela, desamparada, seria novamente aquela mulher tão distante de tudo e de todos. E ele sabia também que ao chegar em casa o que ela mais queria era dormir, esquecer o dia que teve e pular para o proximo. E torcer, para que o proximo não seja tão ruim quanto este foi, torcer!
Ele achou que deveria fazer isso por ela. E fez. Porque ele é meio doidinho e pensa demais nas coisas alheias!

.
(Vivemos, as vezes, ao redor de coisas tão grandes, de coisas tão cheias de si, que é como se elas nos apagassem, nos deixassem menores. As vezes nos distanciamos, somos outras pessoas, temos outras ações. As vezes porque estamos tão delibitados mentalmente que não conseguimos nem ao menos pensar em 'pensar', ou vezes, muito regular, porque perdemos nossas forças fisicas para querer lutar por algo que nos faça bem e querer lutar para sermos algo "...que nos faça bem". O cansaço nos vence, não porque somos fracos, mas porque nos rendemos à ele.)

inté mais... :)

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Pane no Sistema!

Por falta de tempo, há alguns meses eu não sei o que é assistir ao noticiário na televisão. Uma pena. Eu gosto de me sentir atualizado das noticias do mundo: é cada coisa louca que acontece né?
Aí, já que não dá pra assistir ao noticiário, eu vou para os portais de noticias. Eu, de preferência, vou para o R7. E eu vi nessa segunda-feira o pane dos voos né?

Nossa, muitos voos cancelados por causa de "uma erupçãozinha" numa geleria da Islândia que nem o nome eu sei falar. Sente só: Eyjafjallajokull kkkkkkkkk aiai
Daí, que tem todo aquele escândalo de pedofilia dos padres "traçando" (uma forma bem vulgar de tratar do assunto, eu sei) os coroinhas. Noutra tarde eu estava conversando com uma mulher que mora aqui na vizinhança e ela estava me mostrando o quanto ela abomina esses padres que comentem tais atos. Eu, não sei se é certo julgar. Claro que criamos os nossos pontos de vistas, os nossos julgamentos. Eu não sei! Acho que eles têm um motivo, muito triste por sinal, para virem a cometer tais ações. E eu tava pensando: As vezes os pobres coitados nem sabem porque fazem isso. Mas nossa mente é uma cobra traiçoeira né? E as vezes cometemos erros, que apesar de sabermos que é errado, nós fazemos. Eles erraram sim, e isso no olho da sociedade é algo inexplicavelmente terrivel. E é né? Mas eu é que não vou perder meu tempo criando julgamentos por conta dos erros alheios. Eles erraram, eles pagam pelos erros. rsrs Mas claro que não é tão simples assim. Especulam e armam um uma tenda, montam o picadeiro e fica pareçenco mais um circo. Que seja. Foi apenas uma noticia que estava bombando por lá e que me chamou atenção!
Aí teve também o terremoto na China né? Há cinco dias atrás. Já são mais de 2.000 mortos. O terremoto teve uma magnitude de 6.9. Homens, mulheres e crianças foram incenerados pelos os monges, para evitar o contágio de epidemia entre os sobreviventes. Que tenhamos compaixão das vitimas e que tomemos um tempo para sentir o pesar da perda dos que sobreviveram e rezarmos para os que não conseguiram se salvar. O mundo está em pane! O sistema está entrando em pane, se é que já não entrou...
Bom, entretudo, hoje foi um dia normal, tive três provas de alemão bem sucedidas e peguei uma dor de cabeça terrivel. Mas agora de noite o meu humor estava impecavel. pronto pra outra!
Amanhã será um novo dia. Amanhã seremos novas pessoas, umas piores, umas melhores, outras apenas serão elas. Não vamos esperar muito dos outros. Porque eles podem esperar de você e não haver a correspondência. Espere algo bom de você. Faça algo bom em você.

Algo que eu já sabia, mas reforçei no ultimo FDs: As vezes temos que deixar a diversão de lado e nos focar nas responsabilidades. As vezes elas, quando realizadas com sucesso, nos fazem bem, e nos fazem sentir vontade de diversão. Então sinta-se responsável. Faça a tarefinha de casa, execute suas tarefas, seja um bom funcionário, seja uma boa pessoa (você saberá o seu limite para o "boa pessoa"). No final, nós saberemos que evoluimos e que valeu apena dizer não para a diversão num domingo de sol e se fazer mais responsável!...


(Criança descansa em sofá no meio de escombros do terremoto que atingiu o noroeste da China; mortos passam de 2.000, segundo o último balanço oficial)

sei que foi só por um dia, mas eu sinto falta da Madá! *-*
inté mais.



domingo, 18 de abril de 2010


O mundo é uma grande catastrofe.
E eu nele, definitivamente, aumenta o contraste!



(sem criatividade, mas senti a necessidade de colocar esta postagem! uiia, rimou)

A menor de todas, até hoje!


inté mais