sábado, 15 de maio de 2010

Linhas Tortas.

Me encontrava (encontro) parado. Inerte. Mas, mesmo imovel, sem movimento algum, sendo o objeto sem ação, eu me perdi. Mesmo parado eu senti que andava para um labirinto.
E quando percebi, estava mergulhado por entre as sólidas parades da confusão.
As pessoas tem um dom muito presente de confundir. E eu sempre, sempre acabo sendo o confuso. Porque, como é que pode, mesmo parado, eu sempre ser o perdido?
Quando penso que estou indo na direção correta, aparece um e diz: - Vai por esse lado, porque tu estás na contra-mão. E eu por tolice, quem sabe, por lealdade, talvez, por medo, que seja, acabo indo para o outro caminho. E podem me perguntar: - Se achou novamente?
E a resposta vem com um aglomerado de sentidos confusos, gaguejos e palavras que as vezes nem existem na gramática alheia. O mais engraçado e aliviante é: - Mesmo parado e perdido, quando dou um primeiro passo - com os meus proprios pés-, eu me encontro novamente, e aí tudo é um mar de alegria. Que nada! a confusão me ronda (ronda??), e fico nesse infinito pesadelo de perdas e encontros.
Mas me descubro cada vez mais, descubro meus medos e os lápido como um cristal, para que - num futuro bem presente - eles possam valer algo para minha tão chamada "vida".



Sei que as palavras são a mais perfeita forma de expressão, mas elas as vezes saem tão incoesa, tão inexpressivas como quem as escreveu. São linhas tortas que traduzem um pouco de quem as cria. E aí elas mostram-lhes, certas e diretas, definitivamente, quem é ou o que você é.




"Você sente na pele
Os dias estão frios, as noites estão quentes
Caminham num labirinto de vento
Vestindo pouco a pouco o esquecimento"
(Velhos Outonos - Rosa de Sarón)





segunda-feira, 10 de maio de 2010

A febre

A febre só aumentava, a quantidade de gotas que a mulher colocava no copo d'água dobrava cada vez mais, mas parecia que o medicamento não surtia efeito no garoto. Estava quase vermelho, o coitado, de tanto ardor que sentia.
- Biaaaaaaaaaa (a mulher mais velha da casa gritou)!
- Quê que é hein mãe? O Dudu piorou foi?
- Liga pra tua avó agora e diz que eu tô indo pro hospital. Pede pra ela vir cuidar de vocês duas - Bia era a mais velha e Luana a mais nova.
- Cuidar da Luana né? Porque eu sou bem grandinha já - e reclamando tirou do bolso da bermuda o celular que tanto pedira ao pai.
- Alô?
- Vó é a Bia. A mãe tá pedindo pra senhora vir cuidar da Luana, porque ela vai levar o Dudu pro hospital. Ele tá com uma febre altissima e não tem paracetamol que dê jeito.
- Valei me Nossa Senhora do Perpetuo Socorro. Pera que tô indo aí já menina. Diz a Lúcia que cuido de vocês sim.
A velha senhora ficou apavorada do outro lado da linha. Botou apenas um casaco para se proteger do mau tempo e foi-se à duas ruas de onde morava. Mas, como em toda vizinhança, todos, em todo lugar e a qualquer momento, querem saber da vida alheia. Novidades! Era o prato cheio para as tantas outras senhoras que residiam na mesma rua que ela.
- O que houve Ana?
- Por que está saindo tão tarde?
- O clime está tão ruim.
Dona Ana então suspirou: - Se está tão ruim, por que vocês não vão para casa?
- Nos preocupamos com você. (todas as presentes balançaram positivamente)
- Estou indo tomar conta de minhas netas, filhas de Claudia. Eduardo está com uma febre altissima, parece que tomou algo e ficou todo entoxicado, pobre meu neto. - e foi-se, toda desengonçada. Sumiu ao dobrar a esquina.
- Valei me Santo Expedito, o pobre garoto está tão mau assim?
- Já levaram pra rezar?
- Disseram que num tem mais jeito. Foi Macumba
- Conversa, tem jeito sim. É só rezar por sete dias consecutivos.
- Pobre Ana, perder o único netinho que a filha lhe deu.
Os boatos, mesmo com o clima frio e denso, corria como mil centelhas de fogos de artificio. De repente as maculadas pessoas da rua já estavam sabendo que o pobre garoto estava na UTI. Uns até juravam terem ouvido que ele estava em Coma permanente.
Assim foi a noite daquelas pessoas tão prestativas: uns fofocavam sobre o que mãe teria feito pra terem colocado macumba no filho; outros aindas criavam teses para saber qual o problema do menino, já que estava tendo hemorragia interna e estava quase com morte cerebral; e ainda outros apenas rezavam, sempre com um olho nas continhas do terço e o outro aos outros grupos. Deste modo o dia apareceu, mostrando uma manhã ensolarada e fatigante de Sabádo.
Dona Ana dobrou a esquina e como se sentissem o cheiro que a mulher exalava, foram ao encontro dela:
- Ah! Ana eu fico tão sentida com o que está acontecendo em sua familia.
- Espero que ele se recupere de tudo isso.
- Se quiser eu conheço uns curandeiros danados de bom.
- Toma essa figa, dá sorte.
Mas a senhora, tão desconcertada, apenas deu um pequenino sorriso - afinal, tivera ela passado a noite com as netas - e apenas agradeceu. E rumou para casa.
Por um istante virou novamente para o grupo curioso e disse:
- A febre baixou graças a Deus. Foi só um mal-estar. Segunda ele já pode ir para escola até.
Agora abria a porta que deixara aberta na noite passada e foi repousar de tudo o que aconteceu, ou melhor, do que era pra ter acontecido.



às minhas vizinhas maculadas, que fazem deste texto tão veridico tal qual. rsrs.


Ontem queria ter feito algo para às mães no meu blog. Mas as mamães blogueiras de plantão irão me perdoar pela indelicadeza. É que foi um domingo tão bom que nem pensei em computador. Mas de um todo, parabéns para vocês e por vocês terem esse dom e gesto tão belo que é de dar a luz ao ser vivente - nós, os filhos. Admiro-as, comtemplo-as. Vocês ó, são demaaaais.



tê mais

quinta-feira, 6 de maio de 2010

#Picototinho

"A vida nos proporciona três acasos: O Acaso da escolha, o da ação e o acaso da realização.
O importante é ter um objetivo, um sonho. Pois só aquele que tem idealização conseguirá se realizar como um verdadeiro ser humano. Que pensa, age e realiza os seus desejos; que não se submete aos caprichos e obstáculos da vida; que pensa grande e cria asas para voar; que imagina o infinito e busca um horizonte mais distante. Mas tudo isso é proporcional, basta você assim desejar!"


coisinha pequenina é sempre bem-vinda. :D
té maiis.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

# Sonho

Os dois estavam sentados. Um olhando o lado oposto do outro, como dois estranhos. Um estava de cocoras e olhava para o céu azulado. O outro estava com as pernas uma sobre a outra olhando para a colina logo adiante.
Aquele espaço indica que estavam em algum campo silvestre, alguma monte, algum pasto. O verde era intenso, mas tanto um quanto o outro demonstrava serem do suburbio. Um estava totalmente despojado, o outro totalmente elegante.
- Diga-me o motivo de eu tentar fazer isso comigo mesmo Pedro!
- Não João, diga-me você o motivo de você fazer isso consigo mesmo.
- Pensei que você me ajudaria a responder tais atos.
Passaram a tarde assim, naquea conversa indecifrável. Um tentando se enconder na barra do outro. Um com uma forte sensação de culpa, o outro como se as mãos estivessem atadas. Suspiros e bocejos foram companhias certeiras durantes o momento que passaram juntos. Mas aquilo tinha que mudar.
- Você não vai mesmo me ajudar?
- Você tem que se ajudar.
- Pensei que você me ajudaria com isso.
- Não dá mais pra simplesmente aliviar tuas demências.
- Só desta vez então.
- Certo. Por que suicidar-se?
- Estou com a vida desmoronada, não aguento mais levar a vida como está.
- Isto eu já sei João, conte-me algo mais profundo. Porque esses motivos são bem mais abrangentes.
- Queria encontrar sentindo para viver.
- Suicidando-se? Morrendo?
- Não vi desta forma. Eu vi a morte como uma consequência de meus atos, mas não como um resultado. Ao tentar o suicidio eu buscava o sentido de viver, e só beirando é que descobriria qual o sentido.
- E se não descobrisse?
- A Morte estaria á para mostrar as consequências de meus atos.
Os dois calaram, não se olharam nem um minuto, pareciam apenas dois estranhos com placas de identificação.
- E se você, na queda obtivesse o resutaldo e desistisse de morrer?
- Já disse, a morte seria apenas a consequência, descarte.
- Se a queda fosse mais lenta? Você poderia descobrir mais rápido o sentido de viver.
- Certamente que sim.
- Mas, se você apenas olhasse do alto e pensasse no seu viver e no chão que lhe aguardava, você descobriria o verdadeiro sentido de viver.
- Creio que sim, boa suposição.
Os dois lentamente foram aos seus destinos finais. Deixando aquele cenário - que de verde, estava escuro - e indo para um outro totalmente iluminado, com enormes prédios e grande fluxo de automóveis.
Um foi para um lado, o outro para o outro. Não teve despedidas.
Agora estava ele na cobertura de seu apartamento, tentando obter os resultados da ideia que seu amigo lhe dera. Ele tinha tentado uma vez, não conseguiu porque o amigo lhe empatou, tirou-lhe do eixo. Mas desta vez o mesmo amigo tinha lhe dado uma opção mais certa de se redimir consigo mesmo. Olhava para o chão, fixava-se no chão. E pensava. Pensou em todas as coisas ruins de sua vida, em sua vida cunjugal, em sua vida social, empresárial. Ele não fazia ideia do que fazia ainda neste mundo, que outrora não era mais dele. Apenas um passo. Rumou-se à libertação.
O corpo deliberadamente pousou sobre o chão. Caiu como uma pedra, mas pousou como uma pluma. Talvez tenha realmente achado o sentido de viver. Sentiu cãibras, deu um pulo, descobriu-se e esfregou os olhos. O dia estava quase amanhecendo e para ele nada naquele sonho - ou pesadelo- fazia sentido. Ele apenas tinha um leve pensamento, mas nada, nada fazia sentindo.
Levantou-se, vestiu-se, e foi. Entrou no elevador, como todos os dias. Deu bom dia ao porteiro do prédio em que vivia e saiu para viver o seu dia, viver a sua vida.


(Quantas vezes não sonhamos com algo que queremos né? Mas as vezes são coisas tão surreias, como descobrir o sentido de viver morrendo, sei lá, que acabamos por não acreditar que possa ser real. Não sei. Apenas veio na mente após uma leitura de um conto frustrante do Moacyr Scliar. Disse para mim mesmo: - Faz um conto pequenino. Mas não. La vai eu fazer essas tantas linhas confusas. Aiai uma jaula)



"após uma gripe safada, tomando mastruz com leite (dica de mãe ninguém rejeita) e escrevendo minhas louquices. Querem coisa melhor amigos imaginários? rsrs.

inté outro surto...


sexta-feira, 30 de abril de 2010

De noitinha!

Hoje à noite mais cedo, milagrosamente, eu me encontrava sentado na varanda de minha casa. E estava observando o céu. Sempre gostei das estrelas, sempre gostei de suas disposições sobre a tenda escurecida e sempre achei interessante o brilho que delas saem (saem??). E sentei pensando e pensando eu fiquei. E esses momentos são tão bons em nossas vidas, quando nos retiramos do 'agora' e vamos para outra dimensão. Onde esquecemos de tudo e de todos: das vizinhas fofoqueiras, dos amigos mal-amados, do chefe carrancudo, da nota baixa na prova, dos livros que o irmão mais novo rasgou. Esquecemos, literalmente, de tudo o que nos rodeia. E eu fico muito feliz com isso.
Eu costumo pensar muito quando estou fazendo caminhada. Nossa. Penso muito. Mas quando estou pensando nesse sentindo, eu não me sinto frizado dos sentimentos alheios. Eu estou presente ainda, eu estou com os pés no chão. Mas quando estou sozinho meu pés saem do plano. Quando eu fecho os olhos (mentalmente) eu me vejo numa superficie que me faz querer ser muito mais além do que já sou. Êxtase.
Aí sabe que de repente apareceu uma amiga(não convém dizer quem né?). E a primeira coisa que ela fez - e eu estava torcendo para que ela não fizesse - foi pegar uma cadeira e sentar do meu lado. Droga! Aí eu me liguei. Me acordei. Pousei.
Ouvi o bodejado das vizinhas fofoqueiras, ouvi as risadas das meninas que estão na fase da puberdade, ouvi o ronco das "mobiletes" dos carinhas que passam se enxerindo paras as meninas citadas, ouvi minha mãe brigando com meu irmão, mandando-o sair do meu quarto, ouvi meu celular tocar. E eu queria deixar isso de lado. Passo a semana toda numa correria tão grande. Trabalho, casa, aula,casa, trabalho, casa,aula,trabalho, aula,casa..... e o descanço fica pequenissimo no fim do dia. E as vezes ainda me coloco em frente ao computador. Porque aqui também me sinto mais distante deles. Me tranco, sou algo virtual, e que simplesmente pode escrever o que vier na telha.
Daí, que essa minha amiga começou a conversar comigo: - Ai hoje no trabalho foi tão cansativo. Teve a festa da fulana de tal, mas a sicrana disse que não ia porque terminou com o namorado, blá blá blá Whykas sachê... Eram palavras totalmente mal colocadas e que pra mim no momento não faziam o minimo sentido. Mas ela é esperta e ela viu que estava falando demais, e com retorno muito pequeno (balançando de cabeça positivamente):
- Tudo bem? Tá melhor da gripe?
- Ahãm, apenas uma congestão, mas tô bem.
- Tava pensando em quê?
- No céu. Na disposição deles.
- A lua tá linda né?
(eu não tinha notado a lua. Eu me prendi no brilho menor, nem tive tempo de contemplar a luz mais brilhante)
Aí olha o que pensei: As vezes, EU - Robério Marques -, penso tanto no sol, na sua forma, na sua disposição, na sua declinação, so seu intenso brilho, na sua extrema força, e a sua autissima temperatura também. Fiz um blog entitulado Palavras do Sol, tudo porque eu gosto dele. Mas hoje eu pensei na lua. Olha só: Brilhante, bonita, apaziguante, apaixonada, enamorada, controlada. A lua é totalmente o oposto do sol. À ela, eu posso comtemplar, posso ver sua posição, posso ver suas formas, posso sentir o seu calor mesmo não sentindo queimar a pele. então eu fiquei me perguntando ( e deixando a minha amiga de lado novamente) o porquê de ter escolhido o sol para ser o meu ator-coadjovante. E pensam que eu achei a resposta? Eu nem me esforcei!
Eu gosto dele, gosto da cor dele: Laranja intenso (no meu pensar). Aí eu lembrei uma vez lendo num blog de uma conhecida que nós, pessoas dos meios, escolhemos aquilo que parece ser de mais dificil acesso para comtemplar, para nos fazer feliz, para nos realizar. E é verdade, não acham?...
Aí meus pés planaram novamente e eu comecei a conversar com ela: como um rapaz normal! Combinamos diversas coisas, como a festa surpresa de um amigo no domingo (espero que ele não leia este post), como o que nós vamos preparar amanhã para o almoço (Feriado né? Eu, ela e minha mãe vamos fazer um "almoço especial" rsrs), e podemos conversar sobre as coisas que nos rodeam. Por um momento, um insignificante momento, me senti as vizinhas fofoqueiras falando da vida alheia. É interessante, mas não tão aguçador.
No fim de tudo, eu me levantei, tomei um remédio para gripe (acabou comigo essa semana) e vim pra cá. Desta vez, me exclui do mundo lá fora. Aqui é apenas eu e o quadrado com um Sistema Operacional na minha frente e por trás da porta, um mundo inteiro, uma vida toda, uma história totalmente incabada para eu decrifrar. Mas hoje não, agora eu quero ficar aqui, amanhã pensarei por onde irei começar


(A janelase encontra aberta, agora ponha-se nas pontas dos pés, dê um impulso de leve e comece a voar. Calma! Não faz isso em pé! Pode ser perigoso. Você pode fechar os olhos e imaginar, apenas imaginar)




,,amanhã, dia do trabalhador! Hahaha! Viva nós!'
inté mais...'


quarta-feira, 28 de abril de 2010

A corrente do bem!

Os sonhos realmente foram feito para serem sonhados. Um pensamento só vira real quando se é pensado. O mundo de fato só mudaria, de fato, se nós quisessimos que ele mudasse.
Hoje assisti "novamente" o filme A corrente do bem, mas em nenhuma das vezes me emocionei tanto quanto hoje. Lágrimas começaram a cair de meus olhos olhos sem cessar. E eu sabia que não eram lágrimas falsas, não eram lágrimas apenas pela trilha sonora que estava tocando na parte mais emocionante do filme. As minhas lágrimas era de me imaginar fazendo o que aquele jovem garoto "Trevor" tentou fazer - mudar a forma que as pessoas levam o mundo.
Para ser sensato, minhas lágrimas eram de tristeza, porque eu sei que no fundo de meus pensamentos, por inconstante momentos que tive, em nenhuma hipotese, eu poderia imaginar como seria um outro mundo, senão este que vivo.
As minhas lágrimas caiam sobre minha camisa por saber que milhões, bilhões de pessoas, assim como eu, se emocionaram da mesma forma como eu me emocionei, e ficaram se perguntando se teria dado certo, como deu para o jovem garoto- em partes- tentar mudar o mundo. Meio utópico não acham? rsrs
Ele pensou, assim como todos nós pensamos, mas ele fez algo muito diferente do que nós fazemos: ele colocou o que ele pensou em prática. Inocentemente, puritanicamente, talvez, mas assim ele o fez. A sua atitude me fez sentir-me menos evoluido. Mas me fez extasiar-me, ao saber que me emocionei com os rumos que as coisas levam.
Para alguns que lêem o post, podem pensar que é meio maluco o que eu estou dizendo, e pode até ser que seja meio maluco. Mas como havia dito há três meses atrás quando decidi 'reativar' o Palavras do Sol: - Aqui, postarei os sentimentos que me faça uma pessoa mais humana. Me elevei hoje, e isso me motivou em escrever aqui.
Minha cabeça no momento está como num relógio, vem um segundo, logo está no segundo segundo e sem prestar atenção o terceiro já se foi. Quando se dá conta o ciclo é fechado e o primeiro já está de preparando para dar tchau e e segundo dando espaço para o terceiro. O que é bom, os pensamentos fluem, mas se perdem no curtissimo tempo que tenho para expô-lo.
E os guardo, para uma proxima oportunidade de expô-los!.
Pensei em um outro texto, mas fica para uma outra hora, um outro momento. Por ora, essas abobrinhas mal cozidas bastam.
Abraços infindáveis, aos meus antigos, aos meus presentes, e ao meus novos amigos imaginários! Que a colheita de pensamentos, assim como é para mim, seja frutíferas para vós!

(A luz du tunel uma hora vai aparecer, vai se acender, mas para que a mesma aconteça, nós temos que continuar a caminhar, sem parar, e sempre de olhos abertos, para percebermos onde essa luz se encontra, para que aí possamos ligá-la. Uma luz nunca é acessa, quando nós não acendemos a mesma. Fica a deixa)


... bis gleich!

segunda-feira, 26 de abril de 2010

.-*-


(Saibamos nós comtemplar as lagartas em nossas vidas, não pelo o que ela possam representar, mas pelo o que elas demonstram ser. Porque, mesmo as borboletas sendo a rainha do baile, a graciosa, a esplendida, um dia ela foi a lagarta e aprendeu a viver como lagarta e só após de aprender uma parte de sua vida, pôde evoluir para uma nova vida. uma vida mais bela, mais alegre, sempre aprendendo sobre si mesma e consigo mesma. Não façamos nós seres arrependidos quando a lagarta for embora e só então percebamos quão preciosa ela era para nós. Não esperemos as borboletas, telefonar-lhe-emos para as lagartas! Me orgulho eu de ser uma lagarta. Um dia ainda ei de erguer meu voou)


Inté mais... R.Marques